Luciai Tecnologia

A ponte entre os protocolos da planta

Lê na origem, transforma se precisar e escreve no destino.

O Luciai Multiconnector lê o valor na origem, ajusta escala ou tipo quando precisa e escreve no destino. OPC UA, OPC DA, MQTT, Siemens S7, Modbus TCP, PI e CSV na mesma instalação, na rede da planta.

Visão Geral da Arquitetura

Conecta • Transforma • Distribui

Uma ponte entre máquinas, dados e aplicações. Uma origem, múltiplas possibilidades.

O Luciai Multiconnector unifica o chão de fábrica (OPC UA, OPC DA, Modbus TCP), o OSIsoft PI System, a nuvem IIoT e Viziodata via MQTT, arquivos CSV/DAT e a conexão entre plantas via BridgeLink. Tudo com padronização de dados em JSON, gestão no navegador e execução 100% on-premise.

Infográfico de visão geral do Luciai Multiconnector: Conecta, Transforma e Distribui

Reconexão automática

Retomada transparente de links após falhas de rede

Coleta configurável

Varredura e scan com cadência individual por conexão

Credenciais protegidas

Criptografia e autenticação estritas no equipamento

“Máquina inteligente é máquina conectada.”
Uma solução Luciai Tecnologia.

Definição Canônica

O que é o Luciai Multiconnector?

Luciai Multiconnector é a ponte de dados industriais da Luciai Tecnologia: lê na origem, transforma se precisar e escreve no destino, em execução local na planta.

Na instalação

O bridge, as conexões e os erros no mesmo painel

A interface web fica na própria instalação. O painel mostra se a ponte está parada ou em execução, quantas tags foram lidas e escritas, quais conexões existem e onde o último ciclo parou.

Painel do Luciai Multiconnector com status do bridge, métricas e lista de conexões

Problema

Cada protocolo fala uma língua

CLP, servidor OPC, broker MQTT, historiador PI e arquivo CSV não se entendem sozinhos. Cada ligação vira um script, um driver ou uma planilha à parte. Quando a tag muda de nome, de escala ou de tipo, a integração quebra longe de quem opera o turno.

  • Um lugar para ver se a leitura entrou e se a escrita saiu
  • Origem e destino cadastrados na mesma instalação
  • Teste da conexão antes de seguir o mapa
  • Configuração em banco local, na rede da planta

Ver protocolos

Tela de conexões com OPC UA e MQTT, direção e teste de cada ligação

Mapeamento

Tag de origem, tag de destino, transformação só onde muda

Cada tag de origem aponta para uma ou mais tags de destino. Dá para escalar, aplicar offset, converter tipo, mapear estados digitais e montar o payload. Mapas entram e saem por arquivo, e o auto-mapeamento sugere pares para revisar antes de criar.

  • Arraste da origem para o destino na interface
  • Escalonamento, offset e conversão de tipo na passagem
  • Mapa de estados digitais, por exemplo 0 e 1 para rótulos
  • Importar, exportar e usar template de mapeamentos
Tela de mapeamento de tags com origem, destino e lista de mapeamentos

Bridge

O ciclo de leitura e escrita fica visível

Com o bridge parado, o painel ajusta o scan de leitura, o ritmo de escrita, os workers e o tamanho do lote. Com o bridge ligado, acompanham-se tags lidas, tags escritas, conexões ativas, último ciclo e erros recentes.

  • Iniciar e parar o bridge pelo painel
  • Monitor de dados dos pontos mapeados
  • Grupos de coleta com intervalo próprio na conexão
  • Tags lentas fora do ritmo do ponto crítico

Conhecer o produto

Monitor de dados do bridge com tags lidas, escritas e fluxos ativos

Serviço e licença

Sobe com a máquina e a licença fica no equipamento

A plataforma sobe como serviço no Windows ou no Linux. A licença sai de um pedido gerado na máquina e volta como arquivo ligado ao fingerprint. Com alta disponibilidade ligada, um nó lidera o bridge e o outro fica em standby.

  • Serviço do Windows ou unidade systemd no Linux
  • Início com o sistema, instalação com privilégio de administrador
  • Pedido .request, arquivo .license e ativação na tela
  • A licença define protocolos, conexões e tags daquele equipamento
Tela de serviço do Luciai Multiconnector no Windows, com instalação do serviço

Matriz Técnica

Compatibilidade de protocolos e modos de operação

Comparativo de protocolos de rede e campo suportados, direção dos fluxos de tags, sistema operacional e modo de coleta.

Protocolo Categoria Direção de Dados Sistema Operacional Cenário Industrial Típico
OPC UA Industrial OPC Origem / Destino / Bidirecional Windows & Linux Conexão a servidores SCADA, DCS e PLCs modernos com segurança x509
OPC DA Industrial Classic Origem / Destino / Bidirecional Windows Integração de servidores legados COM/DCOM à arquitetura moderna
MQTT IoT / Nuvem / Edge Origem / Destino / Bidirecional Windows & Linux Publicação e assinatura em brokers corporativos, nuvem e plataformas IoT
Siemens S7 Automação / CLP Origem / Destino Windows & Linux Comunicação direta com CLPs S7-300, S7-400, S7-1200 e S7-1500 via TCP/IP
Modbus TCP Campo / Automação Origem / Destino Windows & Linux Leitura e escrita em medidores, remotas RTU e transmissores de campo
CSV / DAT Arquivos / Batelada Origem / Destino Windows & Linux Ingestão e geração periódica de arquivos planos estruturados com agendamento
PI SDK Historiador Origem / Destino Windows Ponte direta com OSIsoft PI Data Archive corporativo via SDK nativo
PI SDK-COM Historiador Legado Origem / Destino Windows Acesso a servidores OSIsoft PI através do componente COM legado
BridgeLink Túnel Inter-Instâncias Bidirecional (Relay) Windows & Linux Transferência segura entre plantas via túnel WSS com filas e sem remapeamento tag a tag

Como funciona

Três passos na própria instalação

Sem conector separado para cada par de protocolos. A ponte é uma instalação só.

01

Instale e conecte

Defina a senha de administrador, entre na interface web e crie as conexões de origem e de destino, com teste antes de seguir.

02

Mapeie os pontos

Navegue tags, tópicos, pontos PI ou colunas do arquivo e ligue origem a destino. Aplique transformação só onde a escala ou o tipo mudam.

03

Ligue o bridge

Inicie pelo painel ou deixe o serviço do sistema no ar. O painel mostra se a ponte está lendo, escrevendo e onde parou.

Para quem é

Quem opera a ligação entre protocolos

Três usos que o produto cobre. Sem lista de clientes.

Integradores

Ligar CLP, OPC, MQTT, PI ou arquivo sem manter um conector separado para cada par de protocolos.

Automação e OT

Operar a ponte no navegador: subir, parar, ver erro e ajustar o mapa de tags.

Mais de uma instalação

Cruzar o dado de um Luciai Multiconnector para outro pelo BridgeLink, com fila e vazão à vista.

Próximo passo

Leve a ponte para o seu cenário

Conte quais protocolos estão na origem, qual é o destino e a ordem de grandeza das tags. A Luciai ajuda a ver se o Luciai Multiconnector cobre o caminho.

  • Origem, destino e protocolos do caminho
  • Ordem de grandeza das tags
  • Se o dado precisa cruzar entre instâncias

Falar com a Luciai

FAQ

Perguntas frequentes

Respostas diretas sobre o que o produto faz na instalação da planta.

O que é o Luciai Multiconnector?

É a ponte de dados industriais da Luciai Tecnologia. Lê em um protocolo de origem, aplica transformação quando o mapeamento pede e escreve no protocolo de destino. Toda a operação é realizada localmente por interface web na rede da planta.

Quais protocolos industriais ele conecta?

Suporta OPC UA, OPC DA (Windows), MQTT, Siemens S7, Modbus TCP, CSV/DAT, PI SDK, PI SDK-COM e BridgeLink entre instâncias. Os protocolos ativos dependem da licença contratada por equipamento.

O Luciai Multiconnector roda na nuvem ou localmente (on-premise)?

Roda 100% on-premise na rede da planta. A interface web, a API REST e o banco de dados ficam na própria instalação. O processo pode rodar como serviço nativo do Windows ou systemd no Linux.

Como funciona o BridgeLink entre diferentes plantas ou servidores?

O BridgeLink estabelece um túnel WSS seguro entre duas instâncias do Luciai Multiconnector, encaminhando fluxos de dados com controle de fila de saída e vazão, sem exigir remapeamento tag a tag.

Dá para mudar escala, offset e tipo do valor na passagem?

Sim. O mapeamento permite escalonamento linear, offset matemático, conversão de tipo de dado, mapa de estados digitais (como 0/1 para descrições de texto) e montagem dinâmica de payloads.

Como funciona o licenciamento do software?

A licença é atrelada à assinatura criptográfica de hardware (fingerprint) do equipamento. Define a lista de protocolos autorizados, quantidade de conexões e volume de tags ativas.