Produto
Uma ponte, vários protocolos, uma instalação
O Luciai Multiconnector cadastra conexões, mapeia tags e liga o bridge. A interface web, a API e o banco ficam na rede da planta.
Operação
Conexão, mapa, bridge
Você cria a conexão, escolhe a direção — origem, destino ou os dois sentidos, quando o protocolo permite — e testa antes de mapear. O bridge percorre os mapeamentos habilitados, lê em lote e escreve no destino.
- Direção de origem, destino ou bidirecional
- Teste de conexão na tela de cadastro
- Leitura e escrita enquanto o bridge está em execução
- Erros recentes visíveis no painel
Coleta
Grupo de tags com o próprio intervalo
Tags da mesma conexão se agrupam com intervalo de varredura próprio, para não ler ponto lento no mesmo ritmo do ponto crítico.
- Grupos de coleta por conexão
- Scan de leitura ajustável com o bridge parado
- Ritmo de escrita, workers e tamanho do lote
- Monitor de dados dos pontos mapeados
Continuidade
Serviço local e standby quando a alta disponibilidade está ligada
O processo pode subir como serviço do Windows ou do Linux e iniciar com o sistema. Na alta disponibilidade, um nó lidera o bridge e o outro permanece em standby, com eleição de líder sobre o banco compartilhado.
- Serviço Windows (services.msc) ou systemd no Linux
- Conta de execução opcional no Windows
- Modos ativo, standby e automático
- Licença presa ao fingerprint da máquina
FAQ
Perguntas frequentes
Respostas diretas sobre o que o produto faz na instalação da planta.
Onde ficam a interface web e a configuração?
Na própria instalação da máquina local. O servidor HTTP e a API sobem com o produto, e as tabelas de mapeamento ficam armazenadas no banco de dados local.
O que o painel exibe durante a execução do bridge?
Exibe o status do motor (ativo/parado), contadores de tags lidas e escritas, taxa de transferência por segundo, conexões conectadas e o log de erros recentes.
Como funciona a arquitetura de alta disponibilidade (Active / Standby)?
Dois nós compartilham o mesmo banco de dados. Um atua como líder executando o bridge, enquanto o nó secundário monitora em standby. Se o líder falha, o secundário assume a execução.